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PALEFIX®

FISPAL 2026 – Palefix na principal feira de tecnologia da América do Sul

Palefix na principal feira de tecnologia de alimentos da América do Sul

Nosso stand estará esperando por todos na FISPAL Tecnologia 2026. É a oportunidade de conhecer de perto a tecnologia que aumenta a segurança das cargas e tem sido usada por grandes empresas brasileiras e argentinas. Segurança de cargas, ou a falta dela, é motivo de muita dor de cabeça para a mobilidade de cargas, e Palefix vem reduzindo perdas e garantindo a chegada de cargas com mais segurança em seus destinos.

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O Futuro da Paletização: Tendências Técnicas que Vão Redefinir a Logística até 2030

Por que a paletização virou tema estratégico

A paletização sempre existiu, mas raramente foi questionada. Em 2026, isso mudou. A combinação de:

  • automação,
  • pressão por eficiência,
  • sustentabilidade,
  • e aumento do custo logístico,

fez com que a forma como os pallets são montados passasse a impactar diretamente o resultado do negócio.

Segundo a McKinsey, até 30% das perdas operacionais em logística estão ligadas a falhas de unitização, avarias e ineficiências no transporte.

Tendência 1: Menos material, mais engenharia

O futuro da paletização não é “embrulhar mais”, mas entender forças, atrito e comportamento da carga.

Empresas líderes estão:

  • reduzindo material externo,
  • investindo em travamento interno,
  • padronizando padrões de empilhamento.

Isso melhora estabilidade e reduz desperdício.

Tendência 2: Pallets pensados para automação

Armazéns automatizados exigem pallets:

  • estáveis,
  • repetíveis,
  • previsíveis.

Robôs, AGVs e sistemas de visão não toleram cargas instáveis. Pequenos deslocamentos geram:

  • falhas de leitura,
  • paradas não programadas,
  • danos a equipamentos.

A paletização passa a ser pré-requisito para automação eficiente.

Tendência 3: Dados e rastreabilidade da unitização

Cada vez mais, empresas precisam responder:

  • quanto plástico é usado por pallet?
  • qual taxa de avaria por tipo de carga?
  • qual custo real da paletização?

Soluções que permitem mensurar antes e depois ganham vantagem competitiva.

Tendência 4: Pressão regulatória sobre plásticos

Relatórios globais indicam que restrições a plásticos de uso único continuarão crescendo até 2030. Stretch film, embora essencial em alguns casos, está no radar regulatório por:

  • difícil reciclagem,
  • alto volume,
  • baixo reaproveitamento.

Isso força o mercado a buscar alternativas técnicas.

Tendência 5: Soluções híbridas de paletização

O futuro não é eliminar tudo — é combinar inteligentemente:

  • travamento interno com adesivos,
  • contenção mínima com filme,
  • engenharia de empilhamento.

Esse modelo entrega:

  • estabilidade superior,
  • menor custo total,
  • melhor desempenho ambiental.

Onde o Palefix se encaixa nesse futuro

O Palefix conversa com todas essas tendências:

  • reduz plástico na origem,
  • melhora estabilidade para automação,
  • gera dados para ESG,
  • se adapta a diferentes setores (caixas, sacos, fardos, etc).

Ele não é apenas um produto — é uma nova lógica de paletização.

Conclusão

Até 2030, paletização deixará de ser um detalhe operacional e se tornará uma decisão estratégica. Empresas que adotarem engenharia, dados e sustentabilidade como base terão vantagem clara. O futuro da logística começa no pallet.

Logística Sustentável na Prática: Como Reduzir Impacto Ambiental Sem Aumentar Custos Operacionais

Sustentabilidade saiu do discurso e entrou no custo

Durante muitos anos, sustentabilidade foi tratada como um “extra reputacional”. Em 2026, isso mudou definitivamente. Hoje, sustentabilidade logística é uma variável econômica, avaliada por clientes, investidores, bancos e órgãos reguladores.

Segundo dados do World Economic Forum, até 70% das emissões indiretas  das empresas industriais estão ligadas à cadeia logística e de embalagens. Dentro desse contexto, o uso excessivo de plástico descartável — especialmente stretch film — tornou-se um dos principais pontos de atenção.

Onde a logística mais gera impacto ambiental (e custo)

Quando analisamos uma operação logística típica, os principais geradores de impacto são:

  • uso intensivo de plástico de uso único (stretch film);
  • retrabalho causado por avarias;
  • transporte e descarte de resíduos;
  • baixa eficiência de unitização de cargas.
  • Retrabalhos gerados pelas avarias.

Estudos da Ellen MacArthur Foundation indicam que apenas 14% dos plásticos no mundo são efetivamente reciclados, e filmes flexíveis estão entre os materiais com menor taxa de reaproveitamento. Isso significa que grande parte do stretch film usado na paletização vira custo ambiental e passivo regulatório.

O erro mais comum: compensar sem reduzir

Muitas empresas tentam resolver o problema apenas com:

  • compra de créditos ambientais,
  • certificados de reciclagem,
  • relatórios compensatórios.

O problema é que compensar sem reduzir não melhora a operação. Pelo contrário:

  • aumenta custo fixo,
  • adiciona complexidade documental,
  • não reduz avarias nem desperdícios.

A própria hierarquia da sustentabilidade é clara:
reduzir na fonte é sempre melhor que compensar depois.

Redução na origem: o novo pilar da logística sustentável

Reduzir impacto na origem significa usar menos material sem perder desempenho. Na paletização, isso passa obrigatoriamente por rever a dependência do stretch film como principal elemento de estabilidade.

Empresas que revisaram seus processos de unitização observaram:

  • redução de até 40–70% no consumo de filme stretch,
  • diminuição significativa de resíduos gerados por pallet,
  • melhoria em indicadores ESG auditáveis.

Esse movimento não é tendência — é exigência crescente em contratos e auditorias.

Onde o Palefix se posiciona tecnicamente

O Palefix atua exatamente no ponto mais crítico da sustentabilidade logística: a redução real de resíduos.

Ao criar aderência entre camadas de caixas, sacos ou fardos:

  • o pallet se estabiliza internamente,
  • o stretch film deixa de ser estrutural e passa a ser complementar,
  • o volume total de plástico utilizado cai drasticamente.
  • O número de avarias e retrabalhos é reduzido devido ao melhor travamento das embalagens.

Além disso, por ser um adesivo biodegradável, o Palefix:

  • não gera resíduo plástico,
  • não tem a necessidade de logística reversa,
  • simplifica relatórios de sustentabilidade e compliance.

Sustentabilidade que gera economia (não custo)

Ao contrário do senso comum, operações que adotaram soluções de travamento interno relataram:

  • redução de custos com material de embalagem,
  • menor índice de avarias,
  • ganho de produtividade na paletização,
  • melhor desempenho em auditorias ESG.

Ou seja: sustentabilidade aplicada corretamente melhora o caixa financeiro da empresa.

Conclusão

Logística sustentável não é fazer mais relatórios — é mudar o processo. Em 2026, empresas que reduzem plástico na origem, melhoram estabilidade de carga e simplificam compliance estão à frente. O Palefix se encaixa exatamente nessa lógica: eficiência operacional com impacto ambiental real e mensurável.

Paletização de Sacos e Fardos Plásticos: O Maior Gargalo Logístico da Indústria

Paletização de Sacos e Fardos Plásticos: O Maior Gargalo Logístico da Indústria

Introdução

Sacos e fardos plásticos (tissue, higiene, químicos, alimentos, resinas) são, historicamente, os mais difíceis de estabilizar. Superfícies lisas, deformação e empilhamento instável fazem desse tipo de carga um pesadelo logístico.

Por que sacos e fardos são tão problemáticos

  • baixo coeficiente de atrito
  • deformação sob peso
  • deslocamento interno constante
  • dependência excessiva de filme stretch
  • Resíduos externos da própria produção (ex. poeira)
  • Acumulo interno de ar durante o processo de envase

O erro comum das operações

A resposta tradicional é “mais filme”. Isso gera:

  • pallets rígidos por fora e instáveis por dentro
  • alto consumo de plástico
  • dificuldade de empilhamento seguro

 

 

A solução técnica correta

Travamento entre camadas.

Ao criar aderência controlada:

  • o pallet se comporta como um bloco
  • o centro de gravidade fica estável
  • o filme passa a ser apenas complementar

Aplicação do Palefix em sacos e fardos

O Palefix:

  • adere sem danificar embalagens
  • funciona em sacos PE, PP e fardos plásticos
  • mantém estabilidade mesmo em transporte longo
  • reduz significativamente o consumo de stretch

Conclusão

Sacos e fardos não precisam de mais plástico. Precisam de engenharia de paletização. Quem entende isso ganha eficiência e reduz custo.

Stretch Film Está Ficando Caro: O Custo Oculto do Plástico na Logística Moderna

Stretch Film Está Ficando Caro: O Custo Oculto do Plástico na Logística Moderna

Introdução

O custo do stretch film nunca foi apenas o preço do rolo. Em 2026, essa conta ficou impossível de ignorar. Além do valor do material, empresas lidam com custos ocultos que impactam diretamente margem, compliance e eficiência operacional.

O custo real do stretch film

Quando analisado corretamente, o stretch film gera custos em cinco frentes:

  1. aquisição do material,
  2. tempo de aplicação,
  3. armazenamento de resíduos,
  4. logística reversa / descarte,
  5. auditorias e relatórios ambientais.

Somados, esses custos podem representar de 3 a 7 vezes o valor do próprio filme.

O impacto da nova legislação e ESG

Com o avanço das políticas ambientais e exigências de rastreabilidade:

  • o plástico de paletização entra nas metas de recuperação,
  • exige comprovação documental,
  • gera risco regulatório.

O stretch deixou de ser “invisível”.

O problema operacional do excesso de filme

  • dificulta inspeções visuais,
  • gera risco ergonômico,
  • aumenta tempo de paletização,
  • dificulta automação.

Redução na fonte: a estratégia mais eficiente

Especialistas em sustentabilidade são unânimes: reduzir na origem é mais eficiente que compensar depois.

Substituir parte do stretch por soluções de travamento interno:

  • reduz massa plástica,
  • simplifica compliance,
  • diminui custo total.
  • Redução da quantidade do filme otimiza o ganho de crédito de carbono.

Palefix como alternativa técnica

O Palefix permite:

  • reduzir drasticamente o consumo de filme,
  • manter ou aumentar a estabilidade do pallet,
  • eliminar resíduos plásticos em diversas aplicações,
  • gerar dados claros de redução para relatórios ESG.
  • reduzir drasticamente o consumo de outras formas de travamento  com o uso de cantoneiras e cintas de arquear.

Conclusão

Stretch film não é vilão, mas o excesso dele é caro, ineficiente e cada vez mais difícil de justificar. A logística de 2026 exige inteligência de material, não exagero.

Paletização Inteligente: Por que a Estabilidade de Carga se Tornou Indicador de Performance Logística em 2026

Paletização Inteligente: Por que a Estabilidade de Carga se Tornou Indicador de Performance Logística em 2026

Introdução

Durante anos, a paletização foi tratada como uma etapa operacional simples — “embrulhar, subir no caminhão e seguir”. Em 2026, esse pensamento já não se sustenta. Com o avanço da automação, auditorias ESG, redução de custos logísticos e aumento das exigências de grandes compradores, a estabilidade da carga passou a ser um KPI estratégico.

Hoje, pallets instáveis impactam diretamente:

  • índice de avarias,
  • eficiência de transporte,
  • desempenho de sistemas automatizados,
  • custo total da cadeia logística.
  • Retrabalhos,
  • Atrasos nos processos.

O que mudou na logística moderna

Três fatores mudaram completamente o jogo:

  • Automação e robotização de CDs
    AGVs, shuttles, paletizadores automáticos e armazéns verticais exigem cargas previsíveis, rígidas e estáveis. Um pallet que “respira” ou desliza entre camadas gera falhas, paradas e retrabalho.
  • Pressão por redução de custos invisíveis
    Avarias, tombamentos e reembalagens não aparecem imediatamente no DRE, mas corroem margem. Estudos logísticos mostram que até 5% do faturamento pode ser perdido em falhas de unitização.
  • Auditorias e compliance
    Cada vez mais, grandes players avaliam padrões de paletização como critério técnico em contratos logísticos e industriais.
  • Busca incessante pela melhoria continua.

Por que o stretch film deixou de ser sinônimo de estabilidade

O filme stretch atua por compressão externa. Isso gera três problemas críticos:

  • não impede o deslizamento interno entre camadas,
  • perde tensão ao longo do transporte,
  • cria falsa sensação de segurança.

Além disso, o excesso de filme:

  • aumenta custo operacional,
  • gera resíduos,
  • dificulta rastreabilidade ambiental.
  • Amassamento das caixas
  • Quebra das colunas das caixas
  • Em produtos com baixa temperatura , condensa a umidade.

A lógica da paletização inteligente

Paletização inteligente não é “mais material”, é mais engenharia.

Ela se baseia em:

  • travamento entre camadas,
  • redução de forças laterais,
  • distribuição correta de carga,
  • repetibilidade do padrão.

É exatamente nesse ponto que adesivos líquidos para travamento de pallets ganham protagonismo.

Onde o Palefix entra

O Palefix atua na causa do problema, não no sintoma:

  • cria aderência entre caixas, sacos e fardos,
  • impede deslocamento interno,
  • reduz dependência de compressão externa,
  • permite reduzir drasticamente o uso de stretch film.
  • permite reduzir drasticamente o uso materiais como cantoneiras e cintas de arqueamento

Isso transforma a paletização em um processo mais previsível, mensurável e confiável.

Conclusão

Em 2026, estabilidade de pallet não é detalhe operacional — é indicador de performance logística. Empresas que tratam paletização como engenharia reduzem custo, risco e impacto ambiental. Quem ainda “embrulha e torce” vai ficar para trás.