Sustentabilidade saiu do discurso e entrou no custo
Durante muitos anos, sustentabilidade foi tratada como um “extra reputacional”. Em 2026, isso mudou definitivamente. Hoje, sustentabilidade logística é uma variável econômica, avaliada por clientes, investidores, bancos e órgãos reguladores.
Segundo dados do World Economic Forum, até 70% das emissões indiretas das empresas industriais estão ligadas à cadeia logística e de embalagens. Dentro desse contexto, o uso excessivo de plástico descartável — especialmente stretch film — tornou-se um dos principais pontos de atenção.
Onde a logística mais gera impacto ambiental (e custo)
Quando analisamos uma operação logística típica, os principais geradores de impacto são:
- uso intensivo de plástico de uso único (stretch film);
- retrabalho causado por avarias;
- transporte e descarte de resíduos;
- baixa eficiência de unitização de cargas.
- Retrabalhos gerados pelas avarias.
Estudos da Ellen MacArthur Foundation indicam que apenas 14% dos plásticos no mundo são efetivamente reciclados, e filmes flexíveis estão entre os materiais com menor taxa de reaproveitamento. Isso significa que grande parte do stretch film usado na paletização vira custo ambiental e passivo regulatório.
O erro mais comum: compensar sem reduzir
Muitas empresas tentam resolver o problema apenas com:
- compra de créditos ambientais,
- certificados de reciclagem,
- relatórios compensatórios.
O problema é que compensar sem reduzir não melhora a operação. Pelo contrário:
- aumenta custo fixo,
- adiciona complexidade documental,
- não reduz avarias nem desperdícios.
A própria hierarquia da sustentabilidade é clara:
reduzir na fonte é sempre melhor que compensar depois.
Redução na origem: o novo pilar da logística sustentável
Reduzir impacto na origem significa usar menos material sem perder desempenho. Na paletização, isso passa obrigatoriamente por rever a dependência do stretch film como principal elemento de estabilidade.
Empresas que revisaram seus processos de unitização observaram:
- redução de até 40–70% no consumo de filme stretch,
- diminuição significativa de resíduos gerados por pallet,
- melhoria em indicadores ESG auditáveis.
Esse movimento não é tendência — é exigência crescente em contratos e auditorias.
Onde o Palefix se posiciona tecnicamente
O Palefix atua exatamente no ponto mais crítico da sustentabilidade logística: a redução real de resíduos.
Ao criar aderência entre camadas de caixas, sacos ou fardos:
- o pallet se estabiliza internamente,
- o stretch film deixa de ser estrutural e passa a ser complementar,
- o volume total de plástico utilizado cai drasticamente.
- O número de avarias e retrabalhos é reduzido devido ao melhor travamento das embalagens.
Além disso, por ser um adesivo biodegradável, o Palefix:
- não gera resíduo plástico,
- não tem a necessidade de logística reversa,
- simplifica relatórios de sustentabilidade e compliance.
Sustentabilidade que gera economia (não custo)
Ao contrário do senso comum, operações que adotaram soluções de travamento interno relataram:
- redução de custos com material de embalagem,
- menor índice de avarias,
- ganho de produtividade na paletização,
- melhor desempenho em auditorias ESG.
Ou seja: sustentabilidade aplicada corretamente melhora o caixa financeiro da empresa.
Conclusão
Logística sustentável não é fazer mais relatórios — é mudar o processo. Em 2026, empresas que reduzem plástico na origem, melhoram estabilidade de carga e simplificam compliance estão à frente. O Palefix se encaixa exatamente nessa lógica: eficiência operacional com impacto ambiental real e mensurável.