Stretch Film Está Ficando Caro: O Custo Oculto do Plástico na Logística Moderna
Introdução
O custo do stretch film nunca foi apenas o preço do rolo. Em 2026, essa conta ficou impossível de ignorar. Além do valor do material, empresas lidam com custos ocultos que impactam diretamente margem, compliance e eficiência operacional.
O custo real do stretch film
Quando analisado corretamente, o stretch film gera custos em cinco frentes:
- aquisição do material,
- tempo de aplicação,
- armazenamento de resíduos,
- logística reversa / descarte,
- auditorias e relatórios ambientais.
Somados, esses custos podem representar de 3 a 7 vezes o valor do próprio filme.
O impacto da nova legislação e ESG
Com o avanço das políticas ambientais e exigências de rastreabilidade:
- o plástico de paletização entra nas metas de recuperação,
- exige comprovação documental,
- gera risco regulatório.
O stretch deixou de ser “invisível”.
O problema operacional do excesso de filme
- dificulta inspeções visuais,
- gera risco ergonômico,
- aumenta tempo de paletização,
- dificulta automação.

Redução na fonte: a estratégia mais eficiente
Especialistas em sustentabilidade são unânimes: reduzir na origem é mais eficiente que compensar depois.
Substituir parte do stretch por soluções de travamento interno:
- reduz massa plástica,
- simplifica compliance,
- diminui custo total.
- Redução da quantidade do filme otimiza o ganho de crédito de carbono.
Palefix como alternativa técnica
O Palefix permite:
- reduzir drasticamente o consumo de filme,
- manter ou aumentar a estabilidade do pallet,
- eliminar resíduos plásticos em diversas aplicações,
- gerar dados claros de redução para relatórios ESG.
- reduzir drasticamente o consumo de outras formas de travamento com o uso de cantoneiras e cintas de arquear.
Conclusão
Stretch film não é vilão, mas o excesso dele é caro, ineficiente e cada vez mais difícil de justificar. A logística de 2026 exige inteligência de material, não exagero.